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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Salomão e Suas Mulheres

Salomão e Suas Mulheres
Salomão que homem sábio, escolhido por Deus para reinado reinar no lugar de seu pai. Salomão era filho de Davi com Bate-Seba,esta era mulher de Úrias, e Davi a desejou,este desejo o levou a cometer adultério,deste relacionamento nasceu uma criança,que mais tarde veio a falecer. A bíblia nos relata que Davi veio a consolar a sua mulher, Bate-Seba . “Então, Davi veio, a Bate-Seba,consolou-a e se deitou com ela;teve ela um filho aquém Davi deu o nome de Salomão e o SENHOR o amou. 2 Samuel 12:24. Neste relato das sagradas escrituras, referente a história do nascimento de Salomão,podemos ver que seus pais tinham iniciado o relacionamento, não convencional,pois Davi para poder ficar com Bate-Seba,mandou matar o seu esposo Úrias. Depois de eles terem perdido o primeiro filho, nasceu Salomão. Sem dúvida para os padrões de hoje em dia seria intolerável, também na sua época este acontecimento originou um escândalo. Gostaria que observássemos a ultima frase de 2 Samuel12:24. “E SENHOR o amou”. Que coisa tremenda, Deus amou aquela criança, e a partir deste momento Davi sabia que Salomão seria o seu sucessor. Salomão não era o primogênito de Davi, mas isto não tinha importância aos olhos do Senhor, pois ele o amou. Deus na sua sabedoria e na excelência dos seus decretos divinos, simplesmente, amou a Salomão. Isto era suficiente, talvez hoje não possamos entender,o por que,desta escolha,mas sem dúvida tinha um propósito um tanto incompreensível a nosso entendimento. Se fossemos levar em conta nossos critérios atuais para a escolha de um líder, Salomão não passaria pela mesa qualificadora que ostenta o poder para outorgar o cargo. Para começar o currículo dos seus pais não tinha os requisitos necessários na história familiar. Vejamos como ocorreria a entrevista: Os integrantes da mesa qualificadora perguntariam: Por favor, o nome do seu pai? Resposta: rei Davi. Ah! Sim, ele fez um grande trabalho, foi um grande guerreiro, venceu o gigante Golias, ah também foi um homem segundo o coração de Deus, muito bem. Enquanto os integrantes da mesa qualificadora estão deliberando,alguém bate na porta. Entra um homem de mediana idade, com um papel nas mãos e o entrega ao presidente da mesa. Ele o lê e o passa aos demais, logo todos se olham, e por último, todos olham para aquele que está sendo entrevistado. Há um momento de silencio absoluto. O presidente respira fundo, toma fôlego e diz: Bom amado irmão, o seu currículo é ótimo, o seu perfil se encaixa com o que precisamos tudo está de acordo com os estatutos da nossa denominação, mas tem um pequeno, porém, você é filho de um casal, que cometeu adultério e isto não recomenda bem, para a imagem da nossa denominação. Outro integrante da mesa qualificadora pergunta: Como é mesmo o nome da sua mãe? Bate-seba, responde o candidato. Em seguida se escuta murmúrios, Bate-Seba! Hum, a mulher de Úrias! Não nem pensar! Definitivamente, não será possível. O candidato triste e envergonhado diz: Senhores, por favor, será que vocês podem considerar, 2 Samuel 12:24 ? Em especial a última frase? Alguém se dispõe a ler. “E o SENHOR o amou”. Um novo silêncio toma conta da sala. Na consciência de todos há uma escritura que alça sua voz com muita força “como insistissem na pergunta Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a pedra” João 8:7. Ninguém tem coragem de se olhar no fundo dos olhos. Mais uma vez o presidente toma a palavra, e com tamanha hipocrisia diz :Em fim irmão, vamos analisar a sua situação com mais calma . Quando chegarmos a um acordo lhe comunicaremos. Exatamente assim, que certos líderes atuam,quando eles conseguem uma posição de destaque e de autoridade, pensam que estão acima do bem e do mal... Segue a leitura no livro.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

“UMA INSTITUIÇÂO CHAMADA FAMÌLIA” INTRODUÇÂO Ao falarmos desta instituição, que foi estabelecida pelo Criador devemos de entender a abrangência da complexidade do tema. Portanto, tenha sempre em mente alguns aspectos que ao entender-los corretamente, nos trarão luz. Entendo que o tema é intricado por vários motivos, vejamos alguns: 1-Esta instituição não é apenas uma organização, ela é um organismo vivo. 2-Está composta pelo ser humano, que por sua própria natureza é complexo. 3- Envolvem a necessidade física (colocada por Deus). 4-Se origina no estado emocional do indivíduo. 5-faz parte do propósito Divino referente à procriação. Você encontrará como sugestão, algumas diretrizes que o autor expõe com a humilde intenção de tornar a sua instituição (casamento) particular abençoada. Trata-se de uma lista de demonstrações das nossas emoções, para assim nos ajudar a descobrir nosso estado de felicidade. Vosso no amor de Deus. Pr.Julio Russo Professor de teologia Rio Grande do Sul FIRMANDO OS ALICÈRCES “É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e,vindo à enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída.” Lucas 6:48 O alicerce é a base sobre a qual se constrói uma casa, um edifício. Neste nosso tratado estaremos mostrando alguns “materiais” que nos darão a estrutura de um bom alicerce para a construção da nossa casa, (família). Alguns dos materiais são: Pessoas comprometidas com a família gastão tempo juntas. 1-Tem boa comunicação. 2-Expressam apreciação um ao outro. 3-Tem compromisso espiritual. 4-São capazes de resolver os problemas nas crises. Cada um destes itens proporcionaria a escrita de um livro, mas nos deteremos apenas superficialmente, aguçando ao amado leitor, a intenção de colocá-lo em prática. Gastar tempo com seu cônjuge, obviamente quer dizer, utilizar o tempo para estarem juntos. Muitas vezes gastamos nosso tempo com outras coisas e nunca sobra para estar com a pessoa amada. Por favor, passe o maior tempo possível com sua esposa (esposo). Já outras pessoas preferem gastar esse tempo em qualquer lugar menos em casa. Isto acontece, porque já se perdeu a vontade de estar juntos ou até já não existe mais o amor e a comunicação não é mais possível, pois as mágoas e o rancor,tomaram o lugar do amor. Analise você mesmo qual o seu estado atual. Ter boa comunicação, é manter uma conversa de forma bilateral, isto é dando oportunidade a outra pessoa se expressar. Nunca diga que você é aberto ao diálogo,quando sua conversa é unilateral,dito de outra forma só você fala e só você tem razão. Expressar apreciação um ao outro, é mostrar que você o (a) ama, é demonstrar sua apreciação com gestos e atitudes, pois farão com que seu cônjuge se sinta feliz ao seu lado. Ter um compromisso espiritual abrange o nosso viver para Deus, este viver tem dois aspectos: Pessoal e familiar Para que possamos atingir o objetivo familiar, primeiro deverá começar por nós mesmos. Isto significa que o meu viver pessoal com Deus determinará o meu viver espiritual em relação ao cônjuge. Nunca poderei transmitir algo que eu não vivo e nunca devo de esperar que o meu cônjuge faça quando eu não dou o meu exemplo. Portanto nunca esqueça: Eu devo crer. Eu devo viver. Eu devo fazer. No aspecto da espiritualidade familiar, nunca devemos de querer que o esposo (por decreto Divino) deverá ser o Sacerdote familiar, por favor, nunca inverta o papel. Portanto, cabe ao esposo tomar sempre a iniciativa de levar a família a Deus. Lamentavelmente esposos deixam esta parte a suas esposas. Saiba que isto desagrada ao Senhor. “E a mulher disse: Multiplicarei sobre modo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para teu marido, e ele te governará”. Gênesis 3:16 A interpretação deste texto tem causado muitas interpretações, mas em nosso item de “Compromisso espiritual” apenas queremos destacar a necessidade de que o esposo Cristão sempre deverá tomar a iniciativa de levar a sua família a um relacionamento verdadeiro com Deus. A capacidade de poder resolver os problemas em momentos de crises é muito particular, pois depende de uma série de situações: 1-Cada um dos cônjuges tem sua personalidade e caráter. 2-Cultura. 3-Estado emocional. 4-Costumes transmitidos na infância e criação. Aconselhamos que nos momentos difíceis, você peça o auxilio ao senhor Deus e o aconselhamento pastoral. Nunca comente os seus problemas com pessoas despreparadas. Depois de ter colocado os alicerces Agora podemos iniciar a construção propriamente dita. Para isto tomaremos o texto de Gênesis 2: 24-25, que nos revela o mistério de Deus para esta instituição. “Por isto, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”. Quando Deus criou o casamento, Ele o fez para que o homem e mulher pudessem completar um ao outro, em todas as suas necessidades físicas, espirituais, emocionais, intelectuais e sociais. Entendemos, portanto que este é o propósito de Deus ao estabelecer a instituição da família. O fato é que quando casamos trazemos toda a carga familiar que adquirimos em nossa criação. Normalmente não aprendemos que só devemos conservar essa herança familiar se ela for boa. Lamentavelmente muitas vezes ainda guardamos costumes que será prejudicial ao relacionamento conjugal. O primeiro passo, portanto é desprender-se dos costumes familiares, em alguns casos exige separação total. 1-Deixará pai e mãe._________separação. 2- Se unirá a sua mulher.________permanência. 3-Eles se tornaram uma só carne._________unidade. Significa que já não são dois e sim um. Esta união não é apenas simbólica, nem emocional ou de aparência. Ela se torna de fato uma unidade no ato sexual, pois há uma entrega e uma união física e emocional ao “fazer amor” e não apenas sexo. 4-Viviam nus, e não sentiam vergonha.________intimidade. Esta intimidade tem abrangência multidimensional. Entendemos por intimidade uma entrega total tanto na relação sexual como no diário viver. È interessante observar as Sagradas Escrituras. O Apostolo Paulo deixa bem claro esta questão escrevendo em 1 Coríntios 7:3-5. “O marido conceda a esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes a oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência”. Se nos diz aqui que não devemos de “privar-nos um ao outro, portanto nos dá a liberdade para que cada um viva com seu cônjuge a intensidade que a sexualidade nos proporciona, sempre na esfera do casamento. Intimidade também significa cumplicidade e só será possível desde que ofereçamos uma entrega total ao fazermos amor. Cônjuges dialoguem entre si e descubram o que faz feliz ao outro. A intimidade trará a tão desejada satisfação sexual que é uma das portas para ingressar na felicidade. Felicidade Mas ao fim de contas, o que é felicidade? Por causa deste desejo constante, pessoas vão até as últimas conseqüências para alcançá-la. Neste tratado, analisaremos este assunto, confesso que não é algo fácil de ser analisado, pois cada um tem a sua própria perspectiva referente a este tema. Usando as Sagradas Escrituras como bússola para este caminho, em santa reverência daremos nosso ponto de vista e interpretação pessoal. Considero que existem dois pontos que são de total prioridade para alcançar a felicidade pessoal e conjugal: 1-Amar intensamente a Deus. 2-Sua palavra. 3- Seu cônjuge. “Amarás, pois o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração;” Deuteronômio 6:5 Quem ama a Deus intensamente necessariamente amará a sua Santa Palavra e quando você ama a sua prioridade é agradar a quem ama,portanto ao amarmos Deus,guardaremos todas as observâncias escritas na sua lei. Ela nos diz que o amor sustentará a instituição familiar. Revela também que se amo Deus, devo amar a minha esposa (o) com a mesma intensidade. Talvez você diga: isto não é possível, veja o que as Sagradas escrituras nos dizem: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo ama. Não obstante, vos,cada um de persi também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido” Efésios 5:25-28,33. Queridos amigos o amor e tão somente o amor sustentará nossa união conjugal. “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufanas, não se ensoberbece. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desapareceram; havendo línguas cessaram; havendo ciência, passará. “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor”.1Coríntios 13:4,8,13. 2-Viver no temor de Deus. Quando amo a Deus, sua palavra, e a minha esposa,sempre terei presente na minha vida o temor de Deus,por favor não confunda temor com medo,o medo não é de Deus, temos medo quando cometemos algo errado e estamos em iminência de sermos descobertos . Pessoas que não amam, morrem de medo de que alguém descubra o seu pecado. Mas o temor nos leva a não cometer pecado, porque amamos a Deus, sua palavra e a nossa esposa, você consegue ver e entender a diferença? Quando cometemos o pecado ativamos o medo. O temor produz em nós o antídoto para evitar o pecado. “O nome Quando se sentir tentado faça o que está escrito em:Provérbios 18: 10 do SENHOR é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros”. Corra para se abrigar no nome do Senhor, saiba que na hora da tentação, os braços do Senhor estarão como um refúgio para que você esteja seguro. Entendo que a felicidade se constrói com sabedoria. Acompanhe comigo a revelação Bíblica sobre o assunto: “Com a sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. “Pelo conhecimento seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável”. Provérbios 24:3-4. Sabedoria. Discernimento. Conhecimento. Os escritores Bíblicos não colocavam palavras porque tinham vontade, eles escreviam sob a inspiração do próprio Deus. Em cada palavra inscrita estava a vontade de Deus implícita, a fim de que, os leitores soubessem o que Deus estava querendo transmitir. Se descobrirmos os mistérios revelados nesta Escritura e os colocarmos em prática, eu vos declaro que desde o ponto de vista de Deus, seremos felizes. Sabedoria: Habilidade para ver com discernimento, mantendo uma ampla e acurada visão da vida. Seja sempre realista, em todas as situações, por mais difícil ou constrangedora que parece,em qualquer situação considere os dois lados da história e tenha sempre um espírito de: Edificar. Perdoar. Consolar. Discernimento: Habilidade para responder com percepção, através de uma consciência plena das situações. Em momentos de conflito tenha sempre uma sã consciência, não esqueça que ela é a voz de deus dentro de nós, e se nada nos acusa,tenhamos a percepção para trazer a paz e harmonia novamente ao nosso relacionamento,porém se a consciência nos acusa,tenhamos a coragem de dizer,por favor me perdoe, eu errei, não peça desculpa,peça claramente perdão,usando a palavra certa. Conhecimento: Disposição para aprender buscando interar-se dos fatos e entender seu significado, para viver em verdade continuamente. Dito de outra forma, esteja sempre disposto a mudar para melhor, nunca exija ou espere que o outro mude, quando você não está disposto a fazê-lo. Tenha suficiente humildade e disposição para mudanças, que proporcionaram um melhor relacionamento conjugal. Tenha Percepção O discernimento produz a percepção, portanto tenha cuidado: Quando você só critica.________ensina a condenar. Quando só se é hostil._________se ensina a se defender. Quando se ridiculariza._________ se traz vergonha. Quando se vive em vergonha.________se sente culpa. Mas se a sua percepção é constante, você verá que: Quando se sente elogio.________se aprende a apreciar. Quando se serve em lealdade._______se aprende justiça. Quando se vive em segurança.________ se aprende a ter fé. Quando se é aprovado.________ se aprende a gostar de si mesmo. Para finalizarmos faremos uma lista extensa das emoções que se manifestam quando nos encontramos em situações adversas ou que vão ao encontro de aquilo que nós desejamos ou esperamos de nosso cônjuge. Agressividade, afetividade, depressão aflição, ambivalência, angustia, ansiedade, antipatia, apatia, auto piedade, confusão, ciúme, constrangimento, culpa, desapontamento, decepsão, dúvida, egoísmo, empatia, euforia, epifania, fanatismo, frieza, frustração, gula, histeria, hostilidade, humilhação, interesse, indecisão, inveja, ira, isolamento, luxuria, mágoa, Mau-humor, medo, melancolia, nojo, nostalgia, ódio, orgulho, pena, piedade, preguiça, preocupação, raiva, remorso repugnância, resignação, saudade, soberba, sofrimento, Solidão, surpresa, susto, tédio, timidez, tristeza, vergonha. O tempo e o espaço não nos permitem analisarmos todas, entretanto daremos atenção a três manifestações, do nosso estado emocional, sendo elas: Ambivalência: Estado da pessoa em que se sente atraída por dois impulsos de sentido oposto, ficando na indecisão, de seguir este ou aquele. Ambas lhe aprecem e, como são opostas em sua dinâmica e naquilo que oferecem o sujeito não consegue satisfazê-lo concomitantemente. Entretanto, deixa-o num constante estado de tensão e indecisão, dividido em si mesmo, prejudicando-se visivelmente no que faze no que se propõe assumir e realizar. Histeria: Neurose caracterizada por perturbações passageiras da inteligência, da sensibilidade e do movimento, assim como sinais e sintomas permanente. Estado de loucura, excitação vivíssima. Epifania: Do grego “epiphaino” significa mostrar, aparição, manifestação. Conclusão Chegamos ao final deste tratado, não por ter-se esgotado o tema, muito pelo contrário, este assunto é mais vasto que a intensidade do mar, entretanto cremos ter despertado o interesse para o início de uma busca que deverá ser constante,afim de que nossos relacionamentos conjugais cumpram na sua essência o propósito Divino. Lembre-se que todo edifício começa pelo alicerce e quando ele não é bem fundamentado a tendência é que ele venha a sofrer rachaduras. Certamente essas rachaduras terão conseqüências que muitas vezes deixam seqüelas irreparáveis. Os profissionais na área da psicologia e do relacionamento conjugal elaboraram um tratado denominado “Reciliencia” a reciliencia tem a idéia de um material que quando submetido à grande pressão tem a capacidade de se esticar e logo voltar ao estado original. Muitas vezes os conflitos familiares nos “esticam” o Maximo que poderíamos suportar, entretanto temos que considerar que nós como humanos temos estrutura emocionais diferentes uns dos outros. Isto quer dizer, que alguns de nós poderemos administrar as crises sem que surja uma ruptura, enquanto que outros romperam a sua estrutura, ficando totalmente destroçados para sempre. Já alguns poderão suportar as pressões das dificuldades, todavia nunca mais serão os mesmos. Outros talvez tenham a capacidade de contornar a situação e permitir que tudo volte a ser como era no início. O que estou apresentando aqui pode parecer complexo de entender, porém se trata de algo simples, vejamos: Quando um dos cônjuges é submetido a pressões diárias no convívio, ele começa a acumular mágoas e rancores, outros sofrem em silêncio e começam a viver em angústia, da angústia a depressão a viagem é muito curta. Os que guardam rancor também fazem uma viagem muito rápida, para chegar a ira e exteriorizar-la de diferentes maneiras. Entretanto outros suportam tudo sem se manifestar abertamente, porem este caminho pode nos levar a: Traições, indiferenças, perda do interesse em todos os aspectos e por fim pode produzir até a separação. Como proceder, talvez você pergunte? Para esta resposta não existe uma fórmula mágica, mas o melhor a fazer é: 1-Tenha sempre um coração voltado para Deus. 2-Mantenha em equilíbrio o seu estado emocional. 3-Esteja sempre aberto ao diálogo, mas não esqueça diálogo bilateral e não unilateral. 4-Seja sempre um apaziguador (a) e não um especialista em atiçar fogo. 5-Nos conflitos e na hora das crises lembre-se, o amor é o balsamo que cura as feridas. 6-Esteja sempre disposto (a) a perdoar. “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba. “O que anda na retidão teme ao SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza” Provérbios 14:1-2. Elevo uma oração ao Deus da minha vida para que Ele nas suas eternas misericórdias vos abençoe em todas as coisas, amem Bibliografia Bíblia Sagrada, revista e atualizada Tratado de Sociologia, Suzana Rocca Uma Fé Simples, Charles Swindoll O poder da Esperança Charles Swindoll Família Forte Charles Swindoll Pesquisas no Google Anotações do Autor Postado por juliocesarrusso@gmail.com às 10:46

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Um Deus Exclusivo



Introdução

Uma das maneiras de conhecermos melhor a Deus é ter conhecimento dos significados dos Seus nomes compostos e títulos.

O famoso escritor da Teologia Sistemática John Devis disse: “Conhecer os nomes compostos e títulos de Deus é testemunhar as manifestações dos seus atributos e apreender o significado que o nome expressa”.

Os nomes compostos de Deus e o conhecimento pleno dos seus títulos em nossos lábios fazem com que ao pronunciá-los nos deliciemos na sua presença “Suave é o aroma dos teus ungüentos,como ungüento derramado é o teu nome” Cantares 1:3.

A primeira frase que uma criança judia aprende é o “Shemá Israel” que se encontra em Deuteronômio 6:4 “Shemá Israel, Hashem Elohenú, Hashem, Ehad” (Escuta ó Israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é um).

A primeira frase das crianças será pronunciar o nome de Deus e esta também é a última frase dita por um Judeu antes de morrer.

Ao longo de toda a história Bíblica brilha mais forte que uma luz o desejo de Deus para que seus filhos o conhecessem pela essência do seu caráter revelados nos seus nomes compostos e títulos.

Neste humilde tratado desejamos que cada leitor pudesse entender a importância desta revelação e assim unir-nos a declaração do Salmista: “O teu nome, eu o farei celebrado de geração a geração, e ,assim,os povos te louvarão para todo o sempre” Salmos 45:17.

O Deus Exclusivo de Israel

Quando Jacó transpôs o Vau de Jaboque fazendo com que suas mulheres, suas servas, seus filhos e tudo o que lhe pertencia se lhe adiantasse ficando assim ele só, teve um encontro real e verdadeiro com o Eterno, neste encontro Jacó esvaziou –se totalmente de tudo aquilo que ainda traumatizava a sua vida e o impedia de ter um verdadeiro relacionamento com o Deus dos seus antepassados.

Neste encontro de proporções tais que marcaram definitivamente a mudança do seu caráter e até fisicamente “vendo este que não podia com ele,tocou-lhe na articulação da coxa; deslocou-se a junta da coxa de Jacó,na luta com o homem.

Disse este: Deixa-me ir, pois já rompeu o dia. Respondeu Jacó: Não te deixarei ir se me não abençoares.

Perguntou-lhe, pois: Como te chamas? Ele respondeu: Jacó.

Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” Gênesis 32:25-28.

Jacó aprendeu a importância que o Eterno da a “exclusividade”.

Depois de o SENHOR ter mudado não apenas o seu caráter, mas também o seu nome para Israel, Jacó teve que enfrentar o reencontro traumático com o seu irmão Esau,Deus na sua misericórdia o guardou ,poupando a sua vida e tudo o que possuía.

Jacó estava voltando de Padã–Arã e agora estava em Canaã mais precisamente em Siquêm , vemos que a primeira coisa que ele fez foi edificar um altar e lhe deu o nome de “El Eloe Israel” que significa (O Deus Exclusivo de Israel) neste caso o Deus exclusivo de Jacó “E levantou ali um altar e lhe chamou Deus,o Deus de Israel” Gênesis33:20.

Jacó entendeu que o Eterno quer exclusividade e para isto temos que nos despojar de tudo aquilo que por ventura venha a ocupar o que por direito pertence exclusivamente a Deus.

O Eterno pode exigir exclusividade porque nos seus atributos possui todo o poder e a capacidade de suprir nossas autenticas necessidades, vejamos: “El Eloe Israel” Deus Exclusivo, mas também Ele é “JEOVA SHAMMA” Deus Presente como está escrito no Salmos 46:1 “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”.

Tenha certeza que o eterno sempre pode estar presente, até porque um dos seus títulos também é “Eu sou o que sou” que significa Eternamente presente.

Magen, significa o SENHOR nosso escudo “Porém tu, SENHOR, és o meu escudo és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça” Salmos 3:3.

Seria sábio da nossa parte que ao sentirmos os dardos dos nossos inimigos sendo lançados para nos atingir, levantássemos a nossa voz e declarássemos com veemência “O SEHOR é o meu escudo” e assim fazermos nossas as palavras de Davi “Pois tu, SENHOR, abençoa o justo e,como escudo,o cercas da tua benevolência” Salmos 5:12.

Outro título que nos anima é “Palar” Senhor libertador “O SENHOR é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em quem me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte” Salmos 18:2.

Como é maravilhoso saber que nosso Deus é presente, escudo e também libertador, não apenas das circunstâncias, mas ele é libertador das nossas cadeias internas, talvez você se encontre preso, por amargura, ira,rancor, fracassos, indecisões,medo,timidez, enfim, pode ser vários motivos que acorrentam você,mas Ele é o Deus libertador.

Talvez você seja um príncipe, alguém importante que ocupa um lugar de destaque, pode ter influência e até poder de comando, mas apesar disto, se sente

Aprisionado, em cadeias, que acorrentam a vida que seus amigos e familiares, não podem ver.

Lembre-se, Ele quer ser o seu libertador “Sacode-te do pó, levanta-te e toma assento, ó Jerusalém ; Solta-te das cadeias de teu pescoço ó cativa filha de Sião” Isaias 52:2.

Para terminar gostaria de mostrar aos meus leitores a importância de entender a revelação dos títulos do Eterno.

“Maor” significa (doador da luz) Deus não apenas nos doa esta luz, que chamamos de luz natural, mas Ele tem a luz para fazer que no meio das trevas de nossos problemas, sua esperança resplandeça “Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz,e a glória do SENHOR nasce sobre ti” Isaias 60:1.

Na sua misericórdia brilha a luz de Deus para executar a sua Justiça e assim preservar a vida do justo “As nações verão a tua justiça; e todos os reis, a tua glória; e serás chamado por um nome novo, que a boca do SENHOR designará” Isaias 62:2.

Luz e Justiça são atributos do nosso Deus,quando damos a Ele exclusividade, o Eterno libera a sua Luz e assim executa a sua Justiça para nos abençoar e permitir que cada dia nos tornemos mais justos para com Ele e nosso próximo “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”

Provérbios 4: 18.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

DEIXE O SENHOR SER O SEU DEUS










É preocupante ver como a vida torna algumas pessoas tristes, enquanto que outras apesar de passar pelas mesmas dificuldades, elas são simplesmente graciosas ,ou poderíamos dizer,são felizes e se sentem realizadas.

Umas saem das aflições com ressentimentos e desânimo,outras com renovado vigor e alegria.

Para alguns a tragédia os desmorona, outros são edificados e conseguem crescer.

Quando alguém entrega incondicionalmente a sua vida a Deus, começa a aprender que os seus sonhos já não mais os seus sonhos não lhe pertence, que nosso futuro está ( e sempre esteve) nas mãos do nosso Criador.

Também descobrimos e entendemos que nem sempre nossos sonhos se concretizam da maneira que os idealizamos, quando isto acontece aceitamos em obediência que eles não estavam incluídos nos planos de Deus para nossas vidas.

Aqueles que entendem que o Senhor idealizou algo diferente de aquilo que sonhávamos passamos a viver uma vida na dependência de Deus, mesmo que para isto tenhamos que renunciar a nos mesmos e com alegria cantarmos aquele cântico que diz “ abro mãos dos meu sonhos, abro mão dos meus planos ,abro mão da minha vida por ti”.

Veja o que acontece com algum de nós, Deus nos chama para ele poder executar seus planos através das nossas vidas.

Ele por meio da sua palavra, nos dá as diretrizes a seguir, assim com a sua ajuda formamos em nossas mentes o que será nosso futuro.

Então as circunstâncias adversas, se levantam qual nevoeiro a nos separar de tudo aquilo que tínhamos idealizado.

O que aconteceu?

Será que Deus modificou os seus planos em relação ao nosso futuro?

Era Deus que nos tinha traçado o “destino” ou seria apenas o desejo de auto-engrandecimento?

A Bíblia apresenta uma das histórias mais emocionantes, já vividas por uma família.

Faça um presente a si mesmo, leia com atenção Gênesis capítulo 37 até o capítulo 50.


Ali está relatada a vida de um jovem chamado José, filho de Jacó, Patriarca do povo de Israel.

Este jovem teve da parte de Deus um sonho que no meu entender não era outra coisa, os planos de Deus revelados para esta família.

O Senhor na sua misericórdia e Sabedoria, escolheu a José, para mostrar a saga desta família, que mais tarde se tornaria numa grande nação.

O fato de Deus ter falado com José através de um sonho, deixou seus irmãos com ciúme ao tal ponto de querer matá-lo.

“De longe o viram e, antes que chegassem, conspiraram contra ele para o matar.

E dizia um ao outro: Vem lá o tal sonhador!” Gênesis 37:18-19.

Claro não era um sonho qualquer, era a revelação, que Deus tinha dado a José que certamente mexia com o orgulho dos seus irmãos.

“Então, lhe disseram seus irmãos: Reinarás, com efeito, sobre nós?

E sobre nós dominarás realmente? E com isso tanto mais o odiavam, por causa dos seus sonhos e de suas palavras.” Gênesis 37:8.


A escritura nos diz que ,até seu próprio pai ficou um tanto admirado por este sonho,no entanto considerava o caso no seu coração.

“Contando-o a seu pai e a seus irmãos, repreendeu-o o pai e lhe disse: Que sonho é esse que tiveste? A caso, viremos, eu e tua mãe e teus irmãos, a inclinar-nos perante ti em terra? Seus irmãos lhe tinham ciúmes,o pai, no entanto, considerava o caso com sigo mesmo” Gênesis 37:10-11.

Juntos tentaremos observar e tirar lições,que nos esclareçam desta emocionante história

O Patriarca criou o seu filho com um sentimento que ele era especial e querido, talvez por causa desta atitude deu ao rapaz um senso do destino.

Eu entendo que a infância de Jacó prejudicou na criação de José.

Como acontece na maioria dos casos, o que se nega aos pais, estes prodigalizam nos filhos.

O fato de Jacó mostrar preferência por José despertou uma constante rivalidade da parte dos seus irmãos.

“Ora, Israel amava mais a José que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica talar de mangas compridas.

Vendo pois, seus irmãos que o pai o amava mais que a todos os outros filhos, odiaram-no e já não lhe podiam falar pacificamente.” Gênesis37:3-4.


A túnica dada a José pelo seu pai,significava muito. Ela simbolizava a aristocracia e a isenção de trabalho árduo, esta túnica inflamava o ciúme dos seus irmãos.

Tudo isto dava segurança a José, mas era uma atitude muito próxima a arrogância.

Penso que a revelação de Deus dada a José o pegou um tanto despreparado,também a seu pai e irmãos.

Sem dúvida Deus começava a modelar a vida deste jovem, e também usaria toda a maldade de seus irmãos,para executar os seus planos para esta nação, que seria o povo escolhido.

Sabemos isto pela declaração que mais tarde José faria aos seus irmãos.

“Disse José a seus irmãos: Agora,chegai-vos a mim . E chegaram-se.

Então, disse: Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito.

Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; por que,para conservação da vida,Deus me enviou adiante de vós.” Gênesis 45:4-5.

Muitas vezes em nossas vidas acontecem adversidade que nós não entendemos,mas devemos de saber que com certeza Deus está modelando nosso caráter e nos preparando para nos tornar agentes dos seus desígnios.

Pense comigo: Que forma estranha de Deus tratar com a arrogância de José e com o ciúme e falta de caráter dos seus irmãos,também estava tratando com a “preferência” que Jacó demonstrava.

Deus fez com que os filhos mais velhos de Jacó desejassem matar o seu filho preferido.

Este conflito de preferência, ainda não tinha sido bem resolvido na vida de Jacó.

Esta questão de idealizar uma mentira para esconder um conflito interior, só trará conseqüências muito amargas,e as seqüelas nos acompanharam pelo resto das nossas vidas.

Entendo que, é melhor enfrentar a realidade e não escolher atalhos, que mais tarde vão demandar de nós a verdade.

Sem dúvida, que quando Deus tem planos específicos com alguém Ele fará de tudo para executá-los,mas ficaram cicatrizes.

Deus na sua bondade guardou a vida de José, pois ainda que os seus irmãos quiseram matá-lo, Deus interviu para poupá-lo.

Agora, consideramos: o Senhor tinha um plano na vida deste jovem,Mas por causa deste plano,ele se encontra escravo de uma caravana de ismaelitas, José que era o protegido do pai, agora está numa situação desesperadora.

Este era o primeiro passo para uma caminhada que ainda estava para acontecer.

Deus o tinha escolhido para ser o personagem inicial de uma trama que duraria muitos anos para ser totalmente desvendada.

A arrogância devia ceder ao bom caráter,e a auto confiança a dependência e confiança em Deus apenas.

Entendo que nada havia de acontecer com José, que o Senhor não usasse para torná-lo num instrumento útil.

Seria interessante que cada um de nós ,soubéssemos que Deus é glorificado quando sua essência e o louvor são o centro das nossas vidas e não o orgulho.

O que José não entendeu ao receber o plano, era que junto como sonho, Deus estava dizendo, que necessariamente teria que passar por uma transformação.

Isto não poderia acontecer em meio a complexa trama de favoritismo.

Saiba sempre: Deus fecha e abra portas, Ele sabe o que faz.

Toda a obstinação herdada de Jacó expressada no favoritismo ,agora estava se acabando.

Jacó não conseguiu deixar bem claro a José, que na luta com o Senhor, o Senhor sempre vence.

Em nossas vidas de Cristãos, devemos de entender que ás vezes,cometemos heresia em pensar que quanto mais crescemos na graça e no conhecimento ,as coisas se tornaram mais fáceis .

Então por pensar assim,quando ás coisas se complicam e somos atacados de diferentes formas,pensamos que Deus está nos punindo por algo que cometemos.

Na verdade Deus não está nos punindo, o que Ele quer é moldar nosso caráter, para prepararmos para a realização dos seus planos.

Quero que observe que ao longo de toda esta dramática história, há uma frase, que ecoa fortemente:

“Mas o Senhor era com José”.

Todos aqueles que fomos alcançado pela graça, salvadora do Senhor, temos está promessa.

“ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. Mateus 28: 20.

Por favor entenda isto:

Quando estamos atravessando por uma crise, Deus não está nos punindo, Ele está modelando nosso caráter, para que estejamos preparados, a cumprir o seu propósito.

Deixe Deus ser o seu Deus no meio dos seus fracassos, Ele quer ser o seu Deus em todo tempo, Ele sabe o que você está passando na sua vida (alias é Ele que permite que isto aconteça) .

Portanto está na hora de todos nós aprendermos a confiar plenamente nEle,e deixar Deus a continuar ser nosso Deus no meio das tempestades,pois ao final Ele prometeu estar sempre conosco.

Deus sempre usará a vida, as pessoas e as circunstâncias, para levar adiante os seus planos.

A história de José nos deve levar a uma introspecção sincera e sugere-nos a fazer um inventário.

Os conflitos da vida por ventura nos aproximaram de Deus e nos trouxeram confiança na providência divina? Ou saímos deles frustrados e decepcionados até com o próprio Deus?

Você e eu temos esta resposta!

As últimas palavras de José, certamente mostram que, ao final de uma vida de lutas e perseguições, ele entendeu que tinha sido escolhido para ser agente dos propósitos divinos, não apenas envolvia a ele ,seu pai,e seus irmãos,mais que envolvia a toda uma nação,para testemunhar ,de que “HA DEUS EM ISRAEL” também seriam a raiz de uma árvore que mais tarde ,a Igreja de Cristo seria enxertada.

“Disse José aos seus irmãos: Eu morro; porém Deus certamente vos visitará e vos fará subir desta terra para a terra que jurou dar a Abraã, a Isaque e a Jacó”. Gênesis 50: 24.

José é lembrado como um dos maiores homens da história, porque permitiu que o senhor fosse o seu Deus em todas as circunstâncias da sua vida.

José apesar de tudo, se tornou cada dia melhor, e não deixou que a amargura o afastasse do seu objetivo.

Será que a história das nossas vidas nos tornaram azedos ou amáveis?

Nunca esqueça: O que no momento parece mal, Deus o tornará em bem, para que o Seu nome seja glorificado.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

UMA AVENTURA CHAMADA FÉ






Muitos de nós, passamos a vida dentro dos estreitos limites de nossos talentos e capacidades, tomamos o maior cuidado para comprimir e manter todas as coisas sob nosso controle.
Na realidade a maioria de nós parece que não precisamos de Deus.
Nosso temor ao risco, nos mantém longe do que não podemos dominar ou realizar, com nossa própria realidade.
Nossa visão do futuro é quase sempre baseada no que podemos realizar, com os nossos próprios recursos e experiências.
Quando oramos pedimos a Deus o seu poder, a fim de realizarmos o que achamos melhor.
Nosso cristianismo entra nos moldes de nossas possibilidades auto determinadas.
Neste estudo que nos ocupa, gostaria de levar aos meus leitores a empreender a mais desafiante de todas as aventuras chamada fé.
Para ilustrar esta aventura usaremos a história de um homem que foi chamado de “amigo de Deus”.

“Mas tu, o Israel, servo meu, tu, Jacó, a quem elegi, descendente de Abraão, meu amigo,” Isaias 41:8.

O que significa para você esta aventura chamada fé?
Você já pediu a Deus, que o ajude a encarar sem receio ou risco de enfrentar um desafio desta natureza.
Alguém uma vez escreveu: “Que nossas impossibilidades fornecem uma plataforma, no qual Deus por meio do seu grande poder e graça se manifesta”.
Ele não apenas nos libertará, mas ao fazê-lo, nos dará uma lição, que jamais esqueceremos, e a qual nos volveremos com alegria.
Não pense você amigo leitor, que a amizade de Deus com Abraão foi obtida com facilidade e rapidez,pelo contrário, foi através de muitas provas e experiência,algumas eu diria que até foram “fascinantes”.
Esta amizade foi-se construindo ao longo de toda uma vida.
Depois de ter passado por tantos períodos de provação, eu diria que três etapas marcaram a vida deste gigante da fé:

1- A chamada da fé.
2- A realização da fé.
3- A prova definitiva da fé.

Ao final destas experiências, ele pode fazer uma declaração que ecoa até nossos dias.
“E pôs Abraão por nome aquele lugar –O SENHOR Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá”. Gênesis 22: 14.



A CHAMADA DA FÉ





É interessante notar que Abraão era descendente de uma família, que tinha a adoração a muitos deuses, como algo normal, em especial ao deus da lua.
Terã era o nome de seu pai, que se estabeleceu em Ur, ao norte da Mesopotâmia, esta civilização era extremamente avançada para os padrões da época.
O nome do pai de Abraão Terã, em Hebraico se origina de uma palavra, que também tem uma relação com a palavra lua. Entendo, que por esta e outras razoes, Deus tomou a decisão de deixar bem claro, para Abraão, que teria que abandonar a sua terra e sua parentela.
“Ora, disse o SENHOR a Abraão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei”; Gênesis 12:1.

Gostaria que, cada um dos que lêem este artigo, tivéssemos consciência que os riscos que o Senhor nos desafia a assumir, são sempre para nosso bem , mesmo que as vezes pareçam assustadores.
Depois da exigência de Deus em relação a ter que deixar a sua terra e parentela, é emocionante observar a tremenda promessa, que Deus faz ao seu futuro amigo.
“de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome.
Sê tu uma benção!
Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
Gênesis 12:2-3.

Que promessa!
Mas agir baseado nela exigia riscos.
Mesmo assim Abraão enfrentou o desafio, e através dos anos, foi cultivando uma amizade, fundamentada numa promessa e na confiança para crer nela.
Entendemos que Abraão, foi cultivando esta amizade pelos altares, que construiu ao longo da sua caminhada.
É verdade que não foram só altares que Abraão construiu,nesta aventura,chamada fé.
Também houve momentos de dúvidas e desespero, desde nosso ponto de vista, poderíamos pensar, que Abraão “quase frustrou o plano de Deus” ,mas no fundo todos nós sabemos que Deus estava no controle de todas as coisas.

A REALIZAÇÃO DA FÉ






Depois de Abraão ter passado pelo vexame do Egito “Havia fome naquela terra; desceu, pois, Abrão ao Egito, para aí ficar, por quanto era grande a fome na terra.
Quando se aproximava do Egito, quase ao entrar, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher de formosa aparência; os egípcios,quando te virem,vão dizer: É a mulher dele e me mataram, deixando -te com vida.
Dize, pois, que és minha irmã, para que me considerem por amor de ti e,por tua causa,me conservem a vida” Gênesis 12: 10-13.
Em Gênesis 13: 17-18, lemos algo, que considero muito profundo e esclarecedor : Deus literalmente ordena a Abraão a percorrer a terra da promessa ,dito de outra forma,Deus diz para ele lançar-se a viver essa estupenda aventura chamada fé, “Levanta-te,percorre essa terra no seu comprimento e na sua largura; porque eu ta darei .
E Abraão, mudando as suas tendas, foi habitar nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e levantou ali um altar ao SENHOR” Gênesis 13: 17-18.

Isto me mostra que muitos de nós, dizemos que temos fé, mas não estamos dispostos a viver com intensidade a aventura de crer nas promessas do Senhor.
Podemos até crer, mas cremos a nossa maneira, e tudo terá que ser conforme nossos padrões, o da lógica humana.
Devemos de entender que Deus não se limita a nossa lógica.
Ele tem os seus mecanismos, para executar os seus planos. O que resta para nós é entendermos, de uma vez por todas ,que: “sem fé é impossível agradar a Deus”.

A PROVA DEFINITIVA DA FÉ






Em Gênesis 21:1-7, diz a cerca do milagre ,que Deus fizera com Abraão e Sara “Visitou o SENHOR a Sara,como lhe dissera,e o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido.
Sara concebeu e deu a luz um filho a Abraão na sua velhice, no tempo determinado de que Deus lhe falara.
Ao filho que lhe nasceu, que Sara lhe dera a luz, pôs Abraão o nome de Isaque.
Abraão circuncidou a seu filho Isaque, quando este era de oito dias,segundo Deus lhe havia ordenado.
Tinha Abraão cem anos,quando lhe nasceu Isaque, seu filho.
E disse Sara: Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo.
E acrescentou: Quem teria dito a Abraão que Sara amamentaria um filho? Pois na sua velhice lhe dei um filho”.

Que bom seria se cada um de nós ,pudéssemos viver na aventura da fé,certamente não seriamos os mesmos.
Tenha sempre em mente: O Senhor é um Deus ,alias o único Deus, que sempre cumprirá as suas promessas ,nós temos que aprender definitivamente,a confiar nEle.
Agora Abraão tinha literalmente a promessa de Deus nas suas mãos, mas de repente,o Senhor exige que Abraão sacrifique o mais precioso, das promessas de Deus , o seu filho Isaque.
O que você e eu faríamos numa situação desta índole?
Talvez diríamos: Senhor,que tipo de Deus tu és?
Primeiro fazes um tremendo milagre e agora queres tirá-lo de mim?
Mas saibas Deus, isto não vou fazer, porque não existe lógica.
No entanto, Abraão não exitou e imediatamente fez os preparativos para executar o mandato do Senhor.
Neste episódio vemos que Abraão sabia, que tudo pertence ao Senhor e que fomos criados para “Louvor da sua glória”.
A maioria de nós sabemos o desfecho desta história.
Rogamos ao Senhor que nos dê da sua graça, para que confiadamente vivamos esta aventura, chamada fé.